MAAT o "novo" museu de Lisboa

O Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) vai apresentar cerca de 20 exposições por ano e as entradas passam a custar cinco euros até março de 2017.

O museu, que abriu apenas dois espaços expositivos, inaugurou quatro exposições na renovada Central Tejo, parte expositiva do MAAT. Após um mês de obras de renovação, a Central Tejo, que detém a exposição permanente do património histórico industrial do Museu da Eletricidade e onde já se apresentavam exposições de arte contemporânea, reabriu ao público com as exposições "Lightopia", "Edgar Martins - Silóquios e Solilóquios sobre a Morte, a Vida e Outros Interlúdios", "Segunda Natureza - Coleção de Arte Fundação EDP" e "Artists Film International".

Esta é a primeira fase da abertura do MAAT, que envolve dois espaços expositivos: a Central Tejo, que reabriu agora, e, a 05 de outubro de 2016, é inaugurada a primeira exposição no hall do novo edifício projetado pelo ateliê AL_A, liderado pela arquitecta Amanda Levete. A última fase do projeto inaugura em março de 2017, com a abertura do restante novo complexo museológico.

Pedro Gadanho, membro do Conselho da Diáspora desde 2013, deixou as funções de curador de arquitetura contemporânea no Museu de Arte Moderna (MoMA), em Nova Iorque, e é o novo director do novo museu da Fundação EDP, em Lisboa.

De acordo com Pedro Gadanho, o museu terá um orçamento de dois milhões de euros anuais para a programação expositiva, "semelhante à do Museu de Serralves", e apresentará uma a duas exposições anuais da própria coleção de arte da Fundação EDP, que reúne cerca de mil obras de artistas portugueses a partir dos anos 1960, 40 delas agora exibidas na primeira exposição, "Segunda Natureza". Com a programação planeada até 2019, o responsável adiantou que em 2018 uma das exposições será dedicada a Pedro Cabrita Reis, artista cuja coleção pessoal foi adquirida pela Fundação EDP.

 

Por TSF, Junho 2016

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